Foto: Pedro Garbo
Pense na hipotética situação a seguir:
Você é uma pessoa que um dia resolveu ou sem escolha acabou tendo que morar na rua.
Aprendeu a fazer artesanato, toca um instrumento ou "sem" nenhum desses "talentos" apenas pede para as pessoas ajuda.
O que sentiria se fosse visto com olhos de desprezo, piedade, raiva e/ou nem fosse visto... Fosse uma pessoa invisível.
É isso que se passa com pessoas ao nosso redor.
Somos animais, segundo alguns: racionais. Mais se sentir superiores a outras pessoas por possuir bens materiais e melhores condições econômicas não é ser racional!
A riqueza cultural, intelectual e moral (Mais uma moral subjetiva, não essa moral que segundo Nietzsche foi manipulada pela igreja) talvez seja um fator que poderia ser usado para diferir as pessoas, (Ou não, diferenciar é segregar). Vivemos numa sociedade com gente alienada, que por "empurrões consumistas" se sentem superiores por possuir casacos de 3 mil reais, relógios de 20 mil, adornos de milhares de reais...
Na sociedade há máscaras, que são usadas de acordo com a condição econômica de cada um.
Segregação social, esse é uma situação que não é discutida como deveria!
Alienados com o próprio "bem estar" as pessoas se esquecem que pertencemos todos à mesma espécie, e devemos por talvez uma obrigação moral nos colocarmos lado a lado com quem sofre deste tipo de preconceito que para muitos é até aceitável...
Um cara certa vez disse: "Ei, olha para cima! Está vendo esse céu? Ele é meu teto!"
Moramos todos na mesma casa, debaixo do mesmo teto, vamos então agir como uma família, com respeito, amor e paz!
Cidadão Quem!?

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